Por: Melquisedeque J. Santos | MTB: 0098469/SP | Vale Jornalismo Online
Na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, o mundo acordou com relatos de uma operação militar de grande escala dos Estados Unidos contra a Venezuela, e com o próprio presidente americano, Donald Trump, anunciando que o presidente venezuelano Nicolás Maduro teria sido capturado e removido do país.
O anúncio oficial
Trump usou sua plataforma na Truth Social para afirmar que forças americanas realizaram um ataque “bem-sucedido em larga escala” em solo venezuelano e que Maduro, junto com sua esposa Cilia Flores, foi capturado e levado para fora da Venezuela. A operação teria sido conduzida “em conjunto com forças de segurança dos EUA”.
Explosões e mobilização em Caracas
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram múltiplas explosões e helicópteros militares sobrevoando Caracas na madrugada, com colunas de fumaça e relatos de cortes de energia em diferentes bairros da capital venezuelana. Testemunhas também relatam atividade militar em outros estados como Miranda, Aragua e La Guaira.
Reação do governo venezuelano
O governo de Maduro classificou a ação como uma “ofensiva imperialista” e declarou estado de emergência nacional, mobilizando as Forças Armadas e pedindo que a população se organize contra o que chamou de agressão militar dos EUA. A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez exigiu “prova de vida” para Maduro e sua esposa, já que a situação ainda é cercada de incertezas.
Contexto da ação norte-americana
Segundo informações preliminares, a operação faz parte de uma escalada de pressão militar dos EUA sobre a Venezuela, que incluiu bloqueios, ataques a embarcações e sanções nos últimos meses. Trump vinha acusando Maduro de envolvimento com narcotráfico e governança autoritária, e a captura dele — se confirmada de forma independente — seria o primeiro sequestro de um chefe de Estado sul-americano pelos EUA desde a invasão do Panamá em 1989.
O que ainda está por confirmar
Até o momento, autoridades internacionais independentes não confirmaram de forma autônoma a captura de Maduro. Há relatos de desordem e pânico em Caracas, mas detalhes sobre feridos, baixas civis ou forças militares e a localização atual de Maduro seguem vagos.
O mundo reage (até agora)
Reações internacionais variam de fortes condenações — países aliados de Caracas falam em violação de soberania — até pedidos por investigações e respeito ao direito internacional. Organismos multilaterais podem ser chamados ainda hoje para avaliar os fatos.